Educação Infantil

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11 de outubro de 2013

HORA DA HISTÓRIA

ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS



     Era uma vez uma menina chamada Alice. Numa tarde de verão, ela estava sob a sombra de uma árvore, ao lado de sua irmã mais velha, que lia um livro sem nenhuma figura. 



Achando aquilo muito chato, Alice foi ficando cada vez mais sonolenta quando, de repente, apareceu um coelho apressado com um enorme relógio exclamando:
- Hãaa!!! Nossa! É tarde, é tarde, é tarde, muito tarde!




O coelho entrou numa toca e a menina foi atrás. De repente, ficou tudo muito escuro e Alice sentiu que estava caiiindo, caiiindo, caiiindo num poço que parecia não ter fim.
Aí... de repente, plaft! Tinha caído sentada num monte de folhas secas. Olhando ao redor, ela viu uma pequena porta. Quis passar, mas não conseguiu, porque a porta era minúscula.



Havia por ali uma lata em que estava escrito "Coma-me". Abriu a lata mais que depressa e, vendo que eram biscoitos, começou a comer. Pra surpresa de Alice, quanto mais ela comia, menor ficava em tamanho. Foi ficando pequenininha, pequenininha e assim conseguiu passar pela portinha.

Saiu então num jardim onde viu flores falando e cantando. Isso a deixou super-admirada. Perguntou então às flores:

- Como posso crescer novamente?
- Siga em frente. Responderam em coro.
Alice obedeceu. Andou, andou, e encontrou em cima de um cogumelo um bichinho verde que lhe perguntou:
- Que deseja, menina?
Percebendo a tristeza de Alice, o bichinho verde disse:
- Coma do cogumelo, mas coma só do lado direito, senão você diminui.
Minutos depois de comer, Alice voltou ao seu tamanho normal. Muito feliz, ela levou consigo mais dois pedacinhos do cogumelo.


Sem rumo certo, Alice continuou a andar quando, inesperadamente, encontrou um gato risonho:

- Pode me indicar o caminho que devo seguir?. Disse a menina.

- Humm! Mas pra onde deseja ir? - perguntou o gato.
- Não sei!...

- Humm! À direita, mora o Chapéu; à esquerda, mora a Lebre de Março. Hãaa!. Tanto faz, menina, os dois são malucos, disse o gato.

- Maas, então, tenho eu que viver entre doidos?

- Humm! Humm! Dê trinta passos pra frente, trinta passos pra direita e mais trinta pra esquerda. Ali existe uma árvore que orienta.

Sem entender nada, mas levada pela intuição, Alice chegou na casa da Lebre de Março e viu a Lebre e o Chapéu tomando chá ao ar livre. Sentou-se à mesa com os dois.

- Mais vinho, Chapéu? - perguntou a Lebre.

- Oh! Oh! Oh! Sim, por favor, querida, um pouco mais de leite sem manteiga com casca de pão - respondeu ele.


Aturdida, sem entender nada, Alice saiu dali em disparada. Mais à frente, ela viu os soldados da Rainha de Copas pintando de vermelho as flores brancas que ali existiam.
- Mas por que estão pintando de vermelho as flores brancas?

- Plantamos flores brancas por engano. Como a Rainha só gosta de flores vermelhas, se não pintarmos as flores brancas de vermelho, ela manda cortar nossas cabeças, responderam eles.

No Reino de Copas, tirando essa maluquice toda, tudo corria normalmente. Um dia, porém, um soldado roubou da Rainha um pedaço de bolo. Foi preso pra ser julgado e condenado. E Alice, mesmo sem saber do acontecido, foi convocada pra testemunhar.

Estava pra se iniciar o julgamento, quando algo muito estranho aconteceu. Alice começou a crescer, a crescer... e ficou muito alta, com mais de um quilômetro de altura.

Os soldados então começaram a correr atrás dela pra expulsá-la do Reino, porque assim mandava a lei.

Nesse instante, Alice acordou e viu-se deitada no colo de sua irmã que lia um livro sem figuras. Ah, ah, ah! Felizmente, tudo tinha sido só um sonho!!!.



EQUIPE B.D.N.O


8 de outubro de 2013

HORA DA HISTÓRIA


 

PINÓQUIO

Certa vez um velho carpinteiro chamado Gepeto fez um boneco de madeira. Deu-lhe o nome de Pinóquio. De repente aparece a fada madrinha de Pinóquio e o transforma em um menino de verdade, o boneco criou vida.

 


Gepeto ficou muito feliz, agora tinha um filho.






 
Gepeto queria fazer de Pinóquio um menino educado.  Colocou-o na escola. Mas Pinóquio fugiu e foi divertir-se no teatro de bonecos.
  

O dono do teatro queria ficar com Pinóquio. Mas ele chorou tanto que o homem deu-lhe umas moedas e o deixou partir.



Na volta para casa encontrou dois ladrões.  
Apesar dos conselhos do grilo falante, eleito sua consciência pela fada madrinha, seguiu com eles e foi roubado.


Pinóquio,  triste, resolveu voltar para casa e obedecer Gepeto.
 
No caminho, um passarinho avisou que Gepeto foi procurá-lo no mar.


Ele ia ao encontro de Gepeto, quando viu umas crianças que se dirigiam ao país da alegria. Pinóquio foi com eles.

Estava brincando quando percebeu que estava se transformando em um burro.

E o nariz de Pinóquio começou a crescer...crescer....e...crescer!


Chorou arrependido. Uma fada apareceu e desfez o encanto.


Mas avisou:
  

- Toda a vez que mentir, seu nariz vai crescer.


Pinóquio então foi ao encontro de Gepeto. 


Chegando no mar, Pinóquio e o Grilo foram procurar Gepeto.



Apareceu uma baleia e os engoliu.

Lá dentro encontraram Gepeto.

Quando a baleia abriu a boca de novo, eles fugiram.

Chegando em casa, a fada recompensou a coragem de Pinóquio, transformando-o num menino de verdade.
Pinóquio e Gepeto foram muito felizes.


EQUIPE B.D.N.O

6 de outubro de 2013

HORA DA HISTÓRIA

BRANCA DE NEVE E OS SETE ANÕES



          Num dia muito frio, uma bela rainha estava sentada perto da janela, bordando um lençol de nenê. Sem querer, ele espetou o dedo na agulha e caíram três gotas de sangue. Então a rainha olhou para fora e fez um pedido:

- Quero ter uma filha de pele branca como a neve que está caindo, cabelos pretos como a madeira desta janela e boca vermelha como o sangue que saiu do meu dedo.

Alguns meses depois, a rainha deu à luz uma menina do jeitinho que tinha pedido.
E resolveu chamá-la de Branca de Neve.
Dia e noite ela ficava do lado da filha, cuidando dela com muito amor e carinho.
Mas a rainha morreu antes de criar a filha como queria.


                    
                     O rei chorou durante meses, até que conheceu uma princesa lindíssima e se casou com ela. A princesa só tinha beleza, porque o resto nela era só vaidade, orgulho e malvadeza. O dia todo ficava na frente do espelho, perguntando:


- Espelho, espelho meu, existe no mundo mulher mais bonita do que eu?



E o espelho, que era mágico, dizia:

- Não, rainha, você é a mais linda.
Enquanto a rainha conversava com o espelho,

 




Branca de Neve crescia bonita como ela só, era de uma formosura que não tinha igual no planeta inteiro.

Tanto assim que um dia a rainha ouviu do espelho uma resposta que não esperava:


- Sim, existe outra muito mais bonita que você.
- E quem é essa atrevida? - perguntou ela.
- Branca de Neve!
Desde então a rainha que era má, começou ameaçá-la.

Branca de Neve com medo foi se refugiar na floresta,na casa dos sete anões.
 
Foi muito bem aceita pelos anões,
pois ela cozinhava, lavava e passava para os sete anõezinhos.
 
 Todos eram felizes naquela casa.
Todos os dias como de costume os anões saíam para trabalhar e deixavamBranca de Neve cuidando da casa.




Enquanto isso a rainha preparava um plano mirabolante,
transforma-se na bruxa mais horripilante e má...







De repente surpreendentemente aparece na janela uma velhinha pedindo água à Branca de Neve.

Ela muito boa recebe a velha e esta em agradecimento oferece à Branca de Neve uma maçã, e pede a ela que dê uma mordida e faça um pedido.

Mal sabia ela que aquela velha era a rainha, sua madrasta,aplicando-lhe o golpe fatal.



 Infelizmente Branca de Neve não resistiu e caiu no sono da morte.
 

O anões chegaram logo após, mas não conseguiram impedir que mordesse a maçã, mas conseguiram finalmente acabar com a bruxa, perseguiram-na até que despencou de um penhasco, morrendo em seguida.



A tristeza toma conta dos anõezinhos.

Quando de repente um jovem aproxima-se de Branca de Neve, naquele sono profundo e lhe dá um beijo apaixonado.




Imediatamente Branca de Neve desperta do sono da morte e vai embora com seu príncipe, agradecendo aos anões por tudo que fizeram por ela.


 
 
 
 
 




EQUIPE B.N.D.O